| LEANDRO DC TUCUNDUVA, 17/Set 18:28 |
| GRANDE, A RAINHA, MAS NÃO A DA SERIE, A RAINHA DO DIA... NO PICO, JÁ REMANDO NA MORRA, MOMENTOS ANTES DO DROP, PERCEBO QUE ELA VEM TODA " QUADRADA ", VAI FECHAR, DAI A EMOÇÃO TOMA CONTA DA RAZÃO E A ATIDE É LISERGICA -> DROP RETO DESCENDO A MONTANHA QUE PARECE NÃO TER FIM, MOMENTOS DEPOIS DESPENCA A CACHOEIRA ATRAS DE MIM. RESULTADO, UMAS DAS MAIORES EMOÇÕES QUE JÁ SENTI NA VIDA. |
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| LEANDRO DC TUCUNDUVA, 17/Set 18:08 |
| GRANDE, DIGAMOS QUE A RAINHA, MAS NÃO A DA SÉRIE A DO DIA... NO PICO, JÁ REMANDO NELA, MOMENTOS ANTES DO DROP, PERCEBO QUE ELE VAI FECHAR, TODA "QUADRADA". DAI A ADRENA TOMA CONTA DA RAZÃO E A ESCOLHA É LISÉRGICA -> DROP RETO DESCENDO A MONTANHA QUE PARECE NÃO ACABAR MAIS, MOMENTOS DEPOIS DESABA A CACHOEIRA ATRAS DE MIM QUE ME ENGOLE. RESULTADO UMA DAS EMOÇÕES MAIS FORTES QUE EU JÁ SENTI NA VIDA. |
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| Dennys, 17/Set 17:39 |
| A minha infância, sem dúvidas, foi a minha onda mais lisérgica. Naquele tempo, enquanto crianças, nós enxergávamos a vida de uma forma pura, criativa, onde os dogmas, paradigmas e estereótipos não existiam, e a partir de um simples olhar (uma observação) podíamos viajar por montavas, selvas, praias, por épocas, tempos e situações onde o limite era a imaginação. Fazíamos aquilo sem culpa, nem preocupação. Já hoje em dia, como adultos, nos encaixamos dentro de padrões para nos sentirmos seguros e confiantes de que somos parte de um contexto, “vivemos uma cegueira branca” (j. Saramago). E a válvula de escapa é retomarmos a nossa inocência lisérgica para podermos relaxar e enfrentar o dia a dia. |
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| Paulo Choi, 17/Set 17:12 |
| ihh neguinho.. foi aquela lah, naquela barca, naquela ilha, daquele dia, naquele sol, naquele sonho.. |
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